Um Curso Em Milagres – Leitura

"LIVRA-TE DE TODAS AS TREVAS!" (Abdruschin). "O PERDÃO É A CHAVE DA FELICIDADE" (UCEM.LE.pI.121).

LIÇÃO 25. EU NÃO SEI PARA QUE SERVE COISA ALGUMA.

Posted by José Eduardo Glaeser em 11/06/2012

EU NÃO SEI PARA QUE SERVE COISA ALGUMA.

1. Propósito é significado. A idéia de hoje explica por que nada do que vês significa coisa alguma. Não sabes para que servem as coisas. Portanto, não têm significados para ti. Tudo é para o teu próprio interesse. É para isso que serve; é esse o teu propósito, é isso o que significa.É reconhecendo isso que as tuas metas vêm a ser unificadas. É no reconhecimento disso que o que vês é revestido de significado.
2. Tu percebes o mundo e tudo nele como significativo em termos das metas do ego. Essas metas não têm nada a ver com os teus maiores interesses, porque tu não és o ego. Essa falsa identificação faz com que sejas incapaz de compreender para que serve qualquer coisa. Como resultado, estás fadado a usá-las equivocadamente. Quando acreditares nisso, tentarás retirar as metas que designaste para o mundo, ao invés de tentares reforçá-las.
3. Um outro modo de descrever as metas que ora percebes é dizer que estão todas relacionadas com interesses pessoais. Como não tens interesses pessoais, as tuas metas,na realidade, concernem o nada. Portanto, ao valorizá-las não tens absolutamente nenhuma meta. E assim, não sabes para que serve coisa alguma.
4. Antes que os exercícios de hoje possam fazer qualquer sentido para ti, mais um pensamento é necessário. Em níveis mais superficiais, tu, de fato, reconheces o propósito. Mas o propósito não pode ser compreendido nesses níveis. Por exemplo, de fato compreendes que o telefone existe para o propósito de falar com alguém que não está fisicamente na tua vizinhança imediata. O que não compreendes é a razão pela qual queres alcançá-lo. E é issoe é isso que faz com que o teu contato com ele sejasignificativo ou não.
5. É crucial para o teu aprendizado queestejas disposto a desistir das metas que estabeleceste para todas as coisas. O reconhecimento de que elas são sem significado, ao invés de boas ou más, é o único caminho para realizar isso. A idéia para o dia de hoje é um passo nesta direção.
6. São requeridos seis períodos de prática, cada umcom a duração de dois minutos. Cada período deve começar com uma lenta repetição da idéia de hoje, emseguida olha à tua volta e deixa o teu olhar pousar e qualquer coisa que casualmente capte os teus olhos, perto ou longe, importante ou sem importância, humano ou não humano. Com os teus olhos em cada sujeito selecionado deste modo, dize, por exemplo:
Eu não sei para que serve essa cadeira.
Eu não sei para que serve esse lápis.
Eu não sei para que serve essa mão.

Dize isso de maneira bem lenta, sem deslocar os teus olhos do sujeito até que tenhas completado a declaração referente a ele. Passa, então, para o próximo e aplica a idéia de hoje como antes.

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LIÇÃO 24. EU NÃO PERCEBO OS MEUS MAIORES INTERESSES.

Posted by José Eduardo Glaeser em 11/06/2012

EU NÃO PERCEBO OS MEUS MAIORES INTERESSES.

1. Em nenhuma situação que surja, reconheces qual é o resultado que te faria feliz. Portanto, não tens nenhum guia para a ação apropriada e nenhum modo dejulgar o resultado. O que fazes é determinado pela tua percepção da situação e essa percepção está errada. Assim, é inevitável que não sirvas aos teus maiores interesses. No entanto, eles são a tua única meta em qualquer situação que seja corretamente percebida. De outra forma, não reconhecerás quais são eles.
2. Se reconhecesses que não percebes os teus maiores interesses, seria possível ensinar-te o que eles são. Mas, na presença da tua convicção de que sabes, não podes aprender. A idéia para o dia de hoje é um passo em direção a abrir a tua mente para que o aprendizado possa começar.
3. Os exercícios para o dia de hoje requerem muito mais honestidade do que estás acostumado a usar. Alguns poucos sujeitos, considerados honesta e cuidadosamente em cada um dos cinco períodos de prática que devem ser empreendidos hoje, serão mais úteis do que um exame mais superficial de um grande número deles. Sugere-se dois minutos para cada período de exame mental envolvido nos exercícios.
4. Os períodos de prática devem começar com a repetiçãoda idéia para o dia de hoje, seguida pelo exame da mente, com os olhos fechados, em busca de situações não resolvidas acerca das quais estás atualmente preocupado. A ênfase deve estar emdescobrir o resultado que queres. Reconhecerás com rapidez que tens várias metas em mente que fazem parte do resultado desejado e também que essas metas estão em níveis diferentes e são, freqüentemente, conflitantes.
5. Ao aplicares a idéia para o dia de hoje, citacada situação que te ocorrer e depois enumera cuidadosamente o maior número possível de metas quegostarias que fossem alcançadas na sua resolução. A forma de cada aplicação deve ser mais ou menos a seguinte:
Na situação referente a ______, eu gostaria que ______ acontecesse, e que ____ acontecesse,
E assim por diante. Tenta incluir tantos tipos diferentes de resultados quanto honestamente te possam ocorrer, mesmo que alguns deles não lhe pareçamdiretamente relacionados com a situação, ou nem mesmo ser inerentes a ela de forma alguma.
6. Se estes exercícios forem feitos adequadamente, reconhecerás com rapidez que estás fazendo um grande número de exigências que nada têm a ver com a situação. Tu também reconhecerás que muitas das tuas metas são contraditórias, que não tensnenhum resultado unificado em mente e que, independentemente de como a situação se resolva, não podes deixar de te desapontar com relação a algumas das tuas metas. Depois de examinares a lista do maior número possível de metas almejadas para cada situação não resolvida que passa pela tua mente, dize a ti mesmo:
Eu não percebo os meus maiores interesses nessa situação,
E passa para a seguinte.

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LIÇÃO 23. EU POSSO ESCAPAR DESSE MUNDO QUE VEJO DESISTINDO DOS MEUS PENSAMENTOS DE ATAQUE.

Posted by José Eduardo Glaeser em 11/06/2012

EU POSSO ESCAPAR DESSE MUNDO QUE VEJO DESISTINDO DOS MEUS PENSAMENTOS DE ATAQUE.

1. A idéia de hoje contém a única saída para o medo que terá sucesso. Nada mais funcionará, tudo o mais é sem significado. Mas esse caminho não pode falhar. Cada pensamento que tens constitui algum segmento do mundo que vês. Portanto, é com os teus pensamentos que nós temos que trabalhar, se é que a tua percepção do mundo vai ser mudada.
2. Se a causa do mundo que vês são pensamentos de ataque, tens que aprender que são esses pensamentos que não queres. Não há sentido em lamentar o mundo. Não há sentido em tentar mudar o mundo. Ele é incapaz de mudar, porque é meramente um efeito. Mas, de fato, há sentido em mudar os teus pensamentos sobre o mundo. Aqui estás mudando a causa. O efeito mudará automaticamente.
3. O mundo que vês é um mundo vingativo e tudo nele é um símbolo de vingança. Cada uma das tuas percepções da realidade externa é uma representação pictórica dos teus próprios pensamentos de ataque. Cabe realmente perguntar se isso pode ser chamado dever. Não seria fantasia uma palavra melhor para tal processo e alucinação um termo mais apropriado para o resultado?
4. Tu vês o mundo que tens feito, mas não te vês como aquele que faz as imagens. Não podes ser salvo do mundo, mas podes escapar da sua causa.É isso o que a salvação significa, pois onde está o mundo que vês quando a sua causa se foi? A visão já mantém uma substituição para tudo o que pensas que vês agora. A beleza pode iluminar as tuas imagens, e assim transformá-las de tal modo que tu as amarás, embora tenham sido feitas de ódio. Pois não as estarás fazendo sozinho.
5. A idéia para o dia de hoje introduz o pensamento de que não estás preso numa armadilha ao mundo que vês, pois a sua causa pode ser mudada. Essa mudança requer, em primeiro lugar, que a causa seja identificada e em seguida abandonada de forma que possa ser substituída. Os dois primeiros passos deste processo requerem a tua cooperação. O último, não. As tuas imagens já foram substituídas. Ao dar os dois primeiros passos verás que isso é assim.
6. Além de usá-la ao longo do dia, quando a necessidade surgir, cinco períodos deprática são requeridos para a aplicação da idéia de hoje. Ao olhar à tua volta, primeiro repete lentamente a idéia para ti mesmo e depois fecha os olhos e dedica mais ou menos um minuto a examinar a tua mente, buscando tantos pensamentos de ataque quantos de ocorrerem. À medida que cada um deles cruzar a tua mente, dize:
Eu posso escapar do mundo que vejo desistindo dos pensamentos de ataque sobre ____.
Mantém em mente cada pensamento de ataque ao dizer isso, depois descarta-oe passa ao seguinte.
7. Durante os períodos de prática, certifica-te de incluir tanto os pensamentos em que atacas quanto aqueles em que és atacado. Os seus efeitos são exatamente os mesmos. Tu aindanão reconheces isso e, nesse momento, pede-se apenas que os trates como sefossem os mesmos nos períodos de prática de hoje. Nós ainda estamos no estágio de identificar a causa do mundo que vês. Quando tu finalmente aprenderes que pensamentos nos quais atacas ou nos quais és atacado não são diferentes, estarás pronto para deixar que a causa se vá.

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LIÇÃO 22. O QUE EU VEJO É UMA FORMA DE VINGANÇA.

Posted by José Eduardo Glaeser em 11/06/2012

O QUE EU VEJO É UMA FORMA DE VINGANÇA.

1. A idéia para o dia de hoje descreve precisamenteo modo como alguém, que mantém pensamentos de ataque em sua mente, tem que ver o mundo. Tendo projetado a sua raiva sobre o mundo, ele vê a vingança prestes a golpeá-lo. Assim, seu próprio ataque é percebido comoautodefesa. Isso vem a ser um círculo vicioso sempre crescente até que ele esteja voluntariamente disposto a mudar o seu modo de ver. Caso contrário, pensamentos de ataque e de contra-ataque o preocuparão e povoarão o seu mundo inteiro. Que paz pode ele ter dentro da sua mente nesse caso?
2. É dessa fantasia selvagem que queres escapar. Não é uma notícia alegre ouvir que isso não é real? Não é uma descoberta feliz descobrir que podes escapar? Fizeste aquilo que queres destruir: tudo o que odeias e queres atacar e matar. Tudo aquilo que temes não existe.
3. Olha para o mundo ao teu redor pelo menos cinco vezes no dia de hoje, durante um minuto no mínimo a cada vez. Ao mover os olhos lentamente de um objeto para outro, de um corpo para outro, dize a ti mesmo:
Eu só vejo o que é perecível.
Eu não vejo nada que vá durar.
O que eu vejo não é real.
O que eu vejo é uma forma de vingança.

Ao final de cada período de prática, pergunta a ti mesmo:
É esse o mundo que eu realmente quero ver?
A resposta é certamente óbvia.

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LIÇÃO 21. EU ESTOU DETERMINADO A VER AS COISAS DE MODO DIFERENTE.

Posted by José Eduardo Glaeser em 11/06/2012

EU ESTOU DETERMINADO A VER AS COISAS DE MODO DIFERENTE.

1. A idéia para o dia de hoje é, obviamente, uma continuação e uma extensão da precedente. Porém dessa vez são necessários períodos específicos de exame da mente, além de aplicar a idéia situações particulares que possam surgir. Cinco períodos de prática são recomendados e deve-se dar um minuto completo para cada um.
2. Nos períodos de prática, começa repetindo a idéia para ti mesmo. Depois, fecha os olhos e examina com cuidado a tua mente, procurando situações passadas, presentes ou antecipadas que te despertem raiva. A raiva pode tomar a forma de qualquer reação, desde a mais leve irritação até a fúria. A graduação da emoção que experimentas não importa. Tu virás a ser cada vez mais ciente de que um leve toque de aborrecimento nada mais é do que um véu encobrindo intensa fúria.
3. Tenta, portanto, não deixar que os pequenos pensamentos de raiva te escapem durante os períodos de prática. Lembra-te de que não reconheces realmente aquilo que desperta raiva em ti, e nada do que acreditas em relação a isso significa coisa alguma. Provavelmente serás tentado a demorar-te mais em certas situações ou pessoas do que em outras, com a justificativa falaciosa de que são mais óbvias. Isso não é assim. É meramente um exemplo da crença segundo a qual algumas formas de ataque são mais justificadas do que outras.
4. Ao investigar a tua mente procurando todas as formas nas quais pensamentos de ataque se apresentam, mantém cada uma em mente, enquanto dizes a ti mesmo:
Estou determinado a ver _____ (nome da pessoa) de modo diferente.
Estou determinado a ver _____ (especificaa situação) de modo diferente.

5. Tenta ser tão específico quanto for possível. Podes, por exemplo, focalizar a tua raiva num atributo particular de uma pessoa em particular, acreditando que a raiva se limita a esse aspecto. Se a tua percepção está sofrendo dessaforma de distorção, dize:
Estou determinado a ver _____ (especifica o atributo) em _____ (nome da pessoa) de modo diferente.

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LT: CAPÍTULO 4 – AS ILUSÕES DO EGO – VII. CRIAÇÃO E COMUNICAÇÃO

Posted by José Eduardo Glaeser em 17/05/2012

1. É claro que apesar do conteúdo de qualquer ilusão particular do ego não ter importância, a sua correção é mais útil em um contexto específico. Embora a mente seja por natureza abstrata, as ilusões do ego são bastante específicas. Parte da mente, porém, vem a ser concreta quando ela se divide. A parte concreta acredita no ego, porque o ego depende do concreto. O ego é a parte da mente que acredita que a tua existência é definida pela separação.
2. Tudo que o ego percebe é um todo separado, sem os relaciona¬mentos que estão implicados no que é. O ego é assim contrário à comunicação, exceto na medida em que a usa para estabelecer o estado de separação ao invés de aboli-lo. O sistema de comunicação do ego está baseado no seu próprio sistema de pensamento, assim como tudo o mais que ele dita. Sua comunicação é controlada pela necessidade que tem de proteger-se e ele interromperá a comunicação quando experimentar ameaça. Essa interrupção é uma reação a uma ou mais pessoas específicas. A especificidade do pensamento do ego resulta então numa generalização falsa, que não é realmente nada abstrata. Meramente responde de certas formas específicas a todas as coisas que ele percebe como se estivessem relacionadas com a experiência ameaçadora.
3. O espírito, de forma contrastante, reage do mesmo modo a tudo o que ele conhece como verdadeiro e não responde absolutamente a nada mais. Ele também não faz nenhuma tentativa de estabelecer o que é verdadeiro. Tem o conhecimento de que o verdadeiro é tudo o que Deus criou. Está em comunicação completa e direta com todos os aspectos da criação, porque está em comunicação completa e direta com o seu Criador. Essa comunicação é a Vontade de Deus. Criação e comunicação são sinônimos. Deus criou cada mente comunicando a Sua Mente a ela, estabelecendo-a as¬sim para sempre como um canal para a recepção da Sua Mente e Vontade. Como só seres pertencentes a uma ordem igual podem verdadeiramente comunicar-se, as Suas criações naturalmente se comunicam com Ele e como Ele. Essa comunicação é perfeitamente abstrata, já que a sua qualidade é aplicada de forma universal e não está sujeita a nenhum julgamento, nenhuma exceção e nenhuma alteração. Deus te criou através disso e para isso. A mente pode distorcer a própria função, mas não pode dotar a si mesma com funções que não lhe foram dadas. É por isso que a mente não pode perder de forma total a capacidade de comunicar-se, embora possa recusar-se a usá-la em favor do que é.
4. A existência, assim como tudo o que é, se baseia na comunica¬cão.A existência, porém, é específica em relação a como, o que e com quem vale a pena empreender comunicação. Tudo o que é, é completamente destituído dessas distinções. É um estado no qual a mente está em comunicação com tudo o que é real. Na medida em que permites que esse estado seja reduzido, tu estás limitando o teu senso da tua própria realidade, que vem a ser total só pelo reconhecimento de toda a realidade no contexto glorioso do seu relacionamento real para contigo. Essa é a tua realidade. Não a profanes e não recues diante dela. Ela é o teu lar real, o teu templo real e o teu Ser real.
5. Deus, Que abrange tudo o que é, criou seres que têm tudo individualmente, mas querem compartilhar o que têm para aumentar a própria alegria. Nada que é real pode ser aumentado exceto pelo compartilhar. Essa é a razão pela qual Deus te criou. A Abstração Divina alegra-Se em compartilhar. 5E isso o que significa a criação. ”Como”, “o quê” e “com quem” são aspectos irrelevantes, porque a criação real tudo dá, pois só pode criar como ela própria. Lembra-te que no Reino não há diferença entre ter e ser como há na existência. No ser a mente dá tudo sempre.
6. A Bíblia repetidamente declara que deves louvar a Deus. Isso dificilmente significa que deverias dizer-Lhe o quão maravilhoso Ele é. Ele não tem ego que possa aceitar tal louvor, nem percepção para julgá-lo. Mas, a menos que faças a tua parte na criação, a Sua alegria não é completa porque a tua é incompleta. E isso Ele sabe. Ele sabe disso no Seu próprio Ser e na experiência dele da experiência do Seu Filho. A saída constante do Seu Amor é bloqueada quando Seus canais estão fechados e Ele é solitário quando as mentes que criou não se comunicam plenamente com Ele.
7. Deus tem mantido o teu Reino para ti, mas não pode compartilhar a Sua alegria contigo, enquanto tu não conheceres isso com toda a tua mente. A revelação não é suficiente, porque é apenas comunicação de Deus. Deus não necessita que a revelação seja restituída a Ele, o que seria claramente impossível, mas Ele quer que ela seja trazida a outros. Isso não pode ser feito com a revelação em si; seu conteúdo não pode ser expressado, porque é intensamente pessoal para a mente que a recebe. Pode, contudo, ser restituída por essa mente a outras, através das atitudes que o conhecimento resultante da revelação traz.
8. Deus é louvado sempre que qualquer mente aprende a ser totalmente útil. Isso é impossível sem que ela seja totalmente inofensiva, porque as duas crenças obrigatoriamente coexistem. Os verdadeiramente úteis são invulneráveis, porque não estão protegendo os seus egos e assim nada pode feri-los. A sua utilidade é o seu louvor a Deus e Ele restituirá esse louvor porque eles são como Ele e podem juntos regozijarem-se. Deus Se estende a eles e através deles e há grande alegria em todo o Reino. Cada mente que é mudada adiciona a essa alegria com a própria disponibilidade individual de compartilhá-la. Os verdadeiramente úteis são os trabalhadores do milagre de Deus, a quem eu dirijo até que estejamos todos unidos na alegria do Reino. Eu te dirigirei aonde tu possas ser verdadeiramente útil e a quem possa seguir a minha orientação através de ti.

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LT: CAPÍTULO 4 – AS ILUSÕES DO EGO – VI. AS RECOMPENSAS DE DEUS

Posted by José Eduardo Glaeser em 17/05/2012

1. O ego não reconhece a fonte real da “ameaça” e se tu te associas com o ego, não compreendes a situação tal como ela é. Só a tua aliança com ele dá ao ego qualquer poder sobre ti. Eu tenho falado do ego como se fosse uma coisa separada, agindo por conta própria. Isso foi necessário para persuadir-te de que tu não podes despedi-lo facilmente e não podes deixar de reconhecer quanto do teu pensamento é dirigido pelo ego. Contudo, não podemos deixar isso desse modo com segurança, senão tu te considerarás necessariamente conflitado enquanto aqui estiveres, ou enquanto acreditas que aqui estás. O ego não é nada mais do que uma parte da tua crença sobre ti mesmo. A tua outra vida tem continuado sem interrupção, tem sido e sempre será totalmente imune às tuas tentativas de dissociá-la.
2. Ao aprenderes a escapar das ilusões, a tua dívida para com o teu irmão é algo que nunca deves esquecer. E a mesma dívida que tens para comigo. Sempre que ages egoisticamente em relação a outra pessoa, estás jogando fora a cortesia do teu débito e a percepção santa que ela produziria. O termo “santa” pode ser usado aqui porque, à medida em que aprendes o quanto estás em débito com toda a Filiação, que inclui a mim, chegas tão perto do conhecimento quanto a percepção pode chegar. A brecha é então tão pequena que o conhecimento pode facilmente fluir através dela e obliterá-la para sempre.
3. Tu ainda tens muito pouca confiança em mim, mas ela aumentará na medida em que te voltares cada vez mais para mim, em vez de para o teu ego em busca de orientação. Os resultados te convencerão progressivamente de que essa é a única escolha sã que podes fazer. Ninguém que aprenda pela experiência que uma escolha traz paz e alegria, enquanto outra traz caos e desastre, necessita de persuasão adicional. O aprendizado através de recompensas é mais eficiente do que o aprendizado através da dor, porque a dor é uma ilusão do ego e nunca pode induzir a algo mais do que a um efeito temporário. As recompensas de Deus, todavia, são imediatamente reconhecidas como eternas. Como esse reconhecimento é feito por ti e não pelo ego, o próprio reconhecimento estabelece que tu e o teu ego não podem ser idênticos. Tu podes acreditar que já aceitaste essa diferença, mas ainda não estás de modo algum convencido. O fato de acreditares que tens que escapar do ego demonstra isso; mas não podes escapar do ego humilhando-o, controlando-o ou punindo-o.
4. O ego e o espírito não se conhecem um ao outro. A mente separada não pode manter a separação exceto por dissociação. Tendo feito isso, ela nega todos os impulsos verdadeiramente naturais, não porque o ego seja uma coisa separada, mas porque queres acreditar que tu és. O ego é um instrumento para a manutenção dessa crença, mas é somente a tua decisão de usar o instrumento que faz com que ele seja capaz de perdurar.
5. Como podes ensinar a alguém o valor de alguma coisa que ele deliberadamente jogou fora? Com toda a certeza ele a jogou fora porque não a valorizava. Podes apenas mostrar-lhe como ele é miserável sem ela e lentamente aproximá-lo dela, de forma que
possa aprender como a sua miséria diminui à medida que ela se aproxima. Isso lhe ensina a associar a sua miséria com a ausência do que jogou fora e o oposto da miséria com a presença disso. Isso gradualmente vem a ser desejável, à medida em que ele muda sua mente acerca deste valor. Estou te ensinando a associar miséria com o ego e alegria com o espírito. Tu tens ensinado a ti mesmo o oposto. Ainda és livre para escolher, mas podes realmente querer as recompensas do ego na presença das recompensas de Deus?
6. A minha confiança em ti é maior do que a tua em mim no momento, mas não será sempre assim. A tua missão é muito simples. Tu estás sendo solicitado a viver de tal forma que demonstre que tu não és um ego e que eu não escolho os canais de Deus de modo errado. Aquele que é Santo compartilha a minha confiança e aceita as minhas decisões no que diz respeito à Expiação, porque a minha vontade nunca está em desacordo com a Sua. Eu já disse antes que estou encarregado da Expiação. Isso é assim somente porque completei a minha parte nela como homem e posso agora completá-la através de outros. Os canais por mim escolhidos não podem falhar, porque a eles emprestarei a minha força enquanto as suas forem insuficientes.
7. Eu irei contigo Aquele que é Santo e através da minha percepção Ele pode fazer uma ponte sobre a pequena brecha. A tua gratidão para com teu irmão é a única dádiva que quero. Eu a trarei a Deus por ti, sabendo que conhecer o teu irmão é conhecer a Deus. Se tu és grato ao teu irmão, és grato a Deus pelo que Ele criou. PeIa tua gratidão, tu vens a conhecer o teu irmão e um momento de real reconhecimento faz de todos o teu irmão, por¬que cada um deles é do teu Pai. O amor não conquista todas as coisas, mas de fato coloca tudo no lugar certo. Porque tu és o Reino de Deus, eu posso conduzir-te de volta às tuas próprias criações. Tu não as reconheces agora, mas o que tem sido dissociado ainda está lá.
8. Ao aproximar-te de um irmão, tu te aproximas de mim e ao afastar-te dele, eu venho a estar distante para ti. A salvação é um empreendimento de colaboração. Não pode ser empreendida com sucesso por aqueles que se desengajam da Filiação, porque estão se desengajando de mim. Deus só virá a ti na proporção em que tu O deres a teus irmãos. Aprende primeiro com eles e estarás pronto para ouvir a Deus. Isso é assim porque a função do Amor é una.

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LT: CAPÍTULO 4 – AS ILUSÕES DO EGO – V. A ILUSÃO DO EGO-CORPO

Posted by José Eduardo Glaeser em 17/05/2012

1. Todas as coisas cooperam para o bem. Não existem exceções, exceto no julgamento do ego. O ego exerce vigilância máxima em relação ao que ele permite que faça parte da consciência e não é esse o modo de uma mente equilibrada manter-se coesa. O ego é levado a maior desequilíbrio ainda, porque mantém a sua motivação básica à parte da tua consciência e eleva o controle, ao invés da sanidade, à predominância. O ego tem toda razão para fazer isso, de acordo com o sistema de pensamento que lhe deu origem e ao qual ele serve. O julgamento são inevitavelmente seria contra o ego e tem que ser obliterado pelo ego no interesse da sua própria auto-preservação.
2. Uma das principais fontes do estado de desequilíbrio do ego é a falta de discriminação entre o corpo e os Pensamentos de Deus. Os Pensamentos de Deus são inaceitáveis para o ego porque apontam claramente para a não existência do próprio ego. Assim sendo, o ego ou os distorce ou se recusa a aceitá-los. Ele não pode, porém, fazer com que deixem de ser. Tenta, portanto, não só esconder os impulsos “inaceitáveis” do corpo mas também os Pensamentos de Deus, porque ambos são ameaçadores para ele. Estando preocupado primariamente com a sua própria preservação diante da ameaça, o ego os percebe como o mesmo. Percebendo-os como o mesmo, tenta se salvar para não ser varrido para longe como certamente seria na presença do conhecimento.
3. Qualquer sistema de pensamento que confunda Deus e o corpo tem que ser insano. No entanto, essa confusão é essencial para o ego, que julga só em termos de ameaça ou não-ameaça a si mesmo. Em um certo sentido, o medo que o ego tem de Deus é pelo menos lógico já que, de fato, a idéia de Deus o dissipa. Mas o medo do corpo, com o qual o ego se identifica tão intimamente, não faz absolutamente nenhum sentido.
4. O corpo é o lar do ego por sua própria escolha. É a única identificação com a qual o ego se sente seguro, pois a vulnerabilidade do corpo é o seu melhor argumento de que tu não podes ser de Deus. Essa é a crença que o ego ansiosamente promove. Entretanto, o ego odeia o corpo, pois não pode aceitá-lo como bom o suficiente para ser o seu lar. E aí que a mente passa a ser, de fato, aturdida. Apesar do ego lhe dizer que ela realmente é parte do corpo e que o corpo é o seu protetor, também lhe é dito que o corpo não pode protegê-la. Por conseguinte, a mente pergunta: “Aonde posso ir em busca de proteção?”, ao que o ego responde: “Volta-te para mim.” A mente, não sem causa, lembra ao ego que ele próprio insistiu em ser identificado com o corpo, portanto, não faz sentido ela se voltar para ele em busca de proteção. O ego não tem uma resposta real para isso, posto que não existe nenhuma, mas tem uma solução típica. Oblitera a questão da consciência da mente. Uma vez fora da consciência a questão pode produzir e produz inquietação, mas não pode ser respondida porque não pode ser colocada.
5. Essa é a pergunta que tem que ser feita: “Aonde posso ir em busca de proteção?” ”Buscai e achareis” não significa que deves buscar cega e desesperadamente algo que não reconhecerias. A busca significativa é empreendida conscientemente, conscientemente organizada e conscientemente dirigida. A meta tem que ser formulada de forma clara e mantida em mente. Aprender e querer aprender são inseparáveis. Tu aprendes melhor quando acreditas que o que estás tentando aprender tem valor para ti. Contudo, nem tudo o que podes querer aprender tem valor duradouro. De fato, muitas das coisas que queres aprender podem ser escolhidas porque seu valor não é duradouro.
6. O ego pensa que é uma vantagem não se comprometer com coisa alguma que seja eterna, porque o eterno não pode deixar de vir de Deus. A qualidade do que é eterno é a única função que o ego tem tentado desenvolver, mas sistematicamente tem falhado em conseguir. O ego transige com o tema do eterno exatamente como faz com todos os temas que, de alguma maneira, digam respeito à questão real. Passando a envolver-se com assuntos tangenciais, espera esconder a questão real e mantê-la fora da mente. A ocupação característica do ego com coisas que não são especiais é precisamente para esse propósito. As preocupações com problemas colocados para serem insolúveis são os instrumentos favoritos do ego para impedir o progresso do aprendizado. Em todas essas táticas diversivas há, porém, uma única questão que nunca é colocada por aqueles que as perseguem: “Para quê?” Essa é a questão que tu tens que aprender a colocar em relação a tudo. Qual é o propósito disso? Seja ele qual for, vai dirigir os teus esforços automaticamente. Quando tomas uma decisão em relação ao propósito, naquele momento tomaste uma decisão a respeito do teu esforço futuro, uma decisão que vai permanecer efetiva a não ser que mudes a tua mente.

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LT: CAPÍTULO 4 – AS ILUSÕES DO EGO – IV. ISSO NÃO PRECISA SER ASSIM

Posted by José Eduardo Glaeser em 17/05/2012

1. Se tu não podes ouvir a Voz que fala por Deus é porque não escolheste escutar. Que escutas a voz do teu ego, é demonstrado pelas tuas atitudes, os teus sentimentos e o teu comportamento. No entanto, é isso o que queres. E isso que estás lutando para manter e te manténs vigilante para salvar. A tua mente está cheia de esquemas para salvar a face do teu ego e não buscas a face de Cristo. O espelho no qual o ego busca ver a própria face é, de fato, escuro. Como pode ele manter o truque da sua existência exceto com espelhos? Mas aonde olhas para achar a ti mesmo depende de ti.
2. Eu tenho dito que não podes mudar a tua mente mudando o teu comportamento, mas tenho dito também, e muitas vezes, que podes mudar a tua mente. Quando o teu humor te diz que escolheste de forma errada e isso acontece sempre que não estás alegre, então saibas, que isso não precisa ser assim. Em todos os casos pensaste de forma errada a respeito de algum irmão criado por Deus e estás percebendo imagens que o teu ego faz em um vidro escurecido. Pensa honestamente no que tu pensaste que Deus não teria pensado e no que não pensaste que Deus teria querido que pensasses. 5lnvestiga sinceramente o que fizeste e deixaste de fazer em função disso e, então, muda a tua mente para que ela pense com a de Deus. Isso pode parecer difícil de fazer, mas é muito mais fácil do que tentar pensar em oposição a isso. A tua mente é una com a de Deus. Negar isso e pensar de outro modo tem mantido o teu ego inteiro, mas literalmente partiu a tua mente. Como um irmão amoroso, estou profundamente preocupado com a tua mente e recomendo-te com insistência que sigas o meu exemplo quando olhas para ti mesmo e para o teu irmão e vejas em ambos as gloriosas criações de um Pai glorioso.
3. Quando estás triste, saibas que isso não precisa ser assim. A de¬pressão vem de um senso de estares sendo privado de alguma coisa que queres e não tens. Lembra-te de que não és privado de nada, exceto pelas tuas próprias decisões e então decide de outra forma.
4. Quando estás ansioso, reconhece que a ansiedade vem do cará¬ter caprichoso do ego e sabe que isso não precisa ser assim. Tu podes ser tão vigilante contra os ditames do ego quanto a favor deles.
5. Quando te sentes culpado, lembra-te que, de fato, o ego violou as leis de Deus, mas tu não. Deixa os “pecados” do ego para mim. É para isso que serve a Expiação. Mas até que mudes a tua mente em relação àqueles a quem teu ego tem ferido, a Expiação não pode liberar-te. Enquanto te sentes culpado o teu ego está no comando, porque só o ego pode experimentar a culpa. Isso não precisa ser assim.
6. Vigia em tua mente as tentações do ego e não sejas enganado por ele. Ele não te oferece nada. Quando tiveres desistido dessa des-espiritualização voluntária, verás como a tua mente pode focalizar e se erguer além da fadiga e curar. Entretanto, tu não és suficientemente vigilante contra as exigências do ego para desengajar a ti mesmo. Isso não precisa ser assim.
7. O hábito de te engajares com Deus e as Suas criações é fácil de ser estabelecido, se ativamente te recusares a permitir que a tua mente se disperse. Não é um problema de concentração; é a crença em que ninguém, incluindo a ti mesmo, vale um esforço consistente. Fica do meu lado de forma consistente contra esse engano e não permitas que essa crença desgastada te faça regredir. Os desanimados são inúteis para si mesmos e para mim, mas só o ego pode ser desanimado.
8. Consideraste realmente quantas oportunidades tens tido de te alegrares e quantas tens recusado? Não há limite para o poder de um Filho de Deus, mas ele pode limitar a expressão do seu poder tanto quanto escolher. A tua mente e a minha podem unir-se para brilhar afastando o teu ego, liberando a força de Deus em todas as coisas que pensas e fazes. Não te acomodes com nada menos do que isso e recusa-te a aceitar qualquer coisa que não seja assim como tua meta. Vigia com cuidado a tua mente procurando crenças capazes de impedir a realização disso e caminha para longe delas. Julga pelos teus próprios sentimentos se tens feito isso bem, pois esse é o único uso acertado do julgamento. O julgamento, como qualquer outra defesa, pode ser usado para atacar ou proteger, ferir ou curar. O ego deve ser trazido a julga¬mento e lá considerado insuficiente. Sem a tua própria aliança, proteção e amor, o ego não pode existir. Deixa que ele seja julga¬do verdadeiramente e não podes deixar de retirar dele a aliança, a proteção e o amor.
9. Tu és um espelho da verdade, no qual o próprio Deus brilha em perfeita luz. Ao vidro escuro do ego precisas apenas dizer: “Eu não vou olhar aqui, porque sei que essas imagens não são verdadeiras.” Então, permite que Aquele que é Santo brilhe sobre ti em paz, sabendo que isso e apenas isso tem que ser assim. 4A Sua Mente brilhou sobre ti na tua criação e trouxe a tua mente ao que é. A Sua Mente ainda brilha sobre ti e tem que brilhar através de ti. O teu ego não pode impedi-la de brilhar sobre ti, mas pode impedir-te de deixar que Ele brilhe através de ti.
l0. A Primeira Vinda de Cristo é apenas um outro nome para a criação, pois Cristo é o Filho de Deus. A Segunda Vinda de Cris¬to não significa nada mais do que o fim do domínio do ego e a cura da mente. Fui criado como tu na primeira e tenho te chama¬do para te unires a mim na segunda. A Segunda Vinda está a meu encargo e o meu julgamento, que é usado só para a proteção, não pode estar errado porque jamais ataca. O teu pode estar tão distorcido que acreditas que eu estava equivocado ao escolher-te. Asseguro-te que esse é um equívoco do teu ego. Não o tomes equivocadamente por humildade. O teu ego está tentando convencer-te de que ele é real e de que eu não o sou, porque se eu sou real, não sou mais real do que tu. Esse conhecimento, e eu te asseguro que isso é conhecimento, significa que Cristo veio à tua mente e a curou.
11. Eu não ataco o teu ego. Trabalho com a tua mente superior, o lar do Espírito Santo, quer tu estejas dormindo ou acordado do mesmo modo que o teu ego faz com a tua mente inferior, que é a sua casa. Sou a tua vigilância nisso, porque tu estás por demais confuso para reconhecer a tua própria esperança. Eu não estou equivocado. A tua mente elegerá unir-se à minha e juntos nós somos invencíveis. Tu e o teu irmão ainda re-unir-se-ão em meu nome e a vossa sanidade será restaurada. Eu ressuscitei os mortos por saber que a vida é um atributo eterno de todas as coisas que o Deus vivo criou. Por que tu acreditas que seja mais difícil para mim inspirar o des-espiritualizado ou estabilizar o instável? Eu não acredito que haja uma ordem de dificuldades em milagres; tu sim. Eu chamei e tu vais responder. Eu compreendo que milagres são naturais porque são expressões de amor. Meu chamado por ti é tão natural e tão inevitável quanto a tua resposta.

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LT: CAPÍTULO 4 – AS ILUSÕES DO EGO – III. AMOR SEM CONFLITO

Posted by José Eduardo Glaeser em 17/05/2012

1. É difícil compreender o que significa realmente: “O Reino do Céu está dentro de ti.” Isso não é compreensível para o ego, que interpreta essa afirmação como se alguma coisa de fora estivesse dentro e isso não significa coisa alguma. A palavra “dentro” é desnecessária. O Reino do Céu és tu. O quê, além de ti, foi criado pelo Criador e o quê, além de ti, é o Seu Reino? Essa é toda a mensagem da Expiação, uma mensagem que na sua totalidade transcende a soma de suas partes. Tu também tens um Reino que o teu espírito criou. Ele não cessou de criar por causa das ilusões do ego. As tuas criações não são mais órfãs de pai do que tu és. Teu ego e teu espírito nunca serão co-criadores, mas o teu espírito e o teu Criador sempre o serão. Tem confiança em que as tuas criações estão em segurança tanto quanto tu estás.O Reino é perfeitamente unido e perfeitamente protegido e o ego não prevalecerá contra ele. Amém.
2. Isso está escrito em forma de uma oração porque é útil em mo­mentos de tentação. É uma declaração de independência*. (“It is a declaration of independence.” Referência a um importante documento na História americana.) Tu acharás isso muito útil se o compreenderes inteiramente. A razão pela qual necessitas da minha ajuda está em teres negado o teu próprio Guia e, portanto, precisas de orientação. Meu papel é separar o verdadeiro do falso, de modo que a verdade possa ultra­passar as barreiras que o ego estabeleceu e brilhar na tua mente. Contra a nossa força unida o ego não pode prevalecer.
3. Com toda a certeza é evidente agora a razão pela qual o ego considera o espírito como “inimigo”. O ego surgiu da separação e a continuidade da sua existência depende da continuação da tua crença na separação. O ego tem que te oferecer algum tipo de recompensa pela manutenção dessa crença. Tudo o que pode te oferecer é um senso de existência temporário, que se inicia com o seu próprio começo e termina com o seu próprio fim. Ele te diz que essa vida é a tua existência porque é a sua própria. Contra esse senso de existência temporário, o espírito te oferece o conhecimento da permanência e do que é inabalável. Ninguém que
tenha experimentado essa revelação pode jamais acreditar inteiramente no ego outra vez. Como pode o seu parco oferecimento a ti prevalecer diante da dádiva gloriosa de Deus?
4. Tu, que te identificas com o teu ego, não podes acreditar que Deus te ama. Tu não amas o que fizeste e o que tu fizeste não te ama. Sendo feito a partir da negação do Pai, o ego não tem nenhuma aliança com quem o fez. Tu não podes conceber o relacionamento real que existe entre Deus e as Suas criações devido ao ódio que sentes pelo ser feito por ti. Tu projetas no ego a decisão de te separares e isso conflita com o amor que sentes pelo ego pelo fato de o teres feito. Nenhum amor nesse mundo existe sem essa ambivalência, e como nenhum ego experimentou amor sem ambivalência, o conceito está além da sua compreensão. O amor pene­trará de imediato em qualquer mente que o queira na verdade, mas é preciso que ela o queira verdadeiramente. Isso significa que ela o queira sem ambivalência e esse tipo de querer está total­mente isento da “compulsão para receber” que o ego tem.
5. Existe um tipo de experiência tão diferente de tudo o que o ego pode oferecer, que nunca quererás encobri-la ou escondê-la de novo. É necessário repetir que a tua crença na escuridão e em esconder-te é a razão pela qual a luz não pode entrar. A Bíblia faz muitas referências às dádivas imensuráveis que são para ti, mas precisas pedir. Essa não é uma condição como as condições que o ego estabelece. É a condição gloriosa do que tu és.
6. Nenhuma força exceto a tua própria vontade é suficientemente forte ou suficientemente digna para guiar-te. Nisso, tu és tão livre quanto Deus e tens que permanecer assim para sempre. Vamos pedir ao Pai em meu nome para manter a tua mente plena do Seu Amor por ti e do teu por Ele. Ele nunca falhou em responder a esse pedido, pois só pede o que já é Sua Vontade. Aqueles que chamam verdadeiramente sempre são respondidos. Vós não te­reis outros deuses diante Dele porque não há nenhum outro.
7. Na realidade nunca passou pela tua mente desistir de todas as idéias que já tiveste que se opõem ao conhecimento. Tu reténs milhares de pequenos restos de medo que impedem a entrada Daquele que é Santo. A luz não pode penetrar através das paredes que fazes para bloqueá-la e se recusa para sempre a destruir o que tu tens feito. Ninguém pode ver através de uma parede, mas eu posso contorná-la. Vigia a tua mente buscando os restos de medo, ou não serás capaz de me pedir que o faça. Eu só posso ajudar-te do modo como o nosso Pai nos criou. Eu vou amar-te e honrar-te e manter completo respeito por aquilo que tens feito, mas não vou apoiar o que fizeste a não ser que seja verdadeiro. Eu nunca te abandonarei assim como Deus também jamais o fará, mas tenho que esperar enquanto escolheres abandonar a ti mesmo. Porque eu espero com amor e não com impaciência, com toda a certeza tu me chamarás verdadeiramente. Virei em resposta a um único chamado inequívoco.
8. Vigia com cuidado e vê o que é que estás realmente pedindo. Sê muito honesto contigo mesmo nisso, pois é preciso que não escondamos nada um do outro. Se tu realmente vais tentar fazer isso, terás dado o primeiro passo na direção de preparar a tua mente para a entrada Daquele que é Santo. Vamos nos preparar para isso juntos, pois uma vez que Ele tiver vindo, tu estarás pronto para me ajudar a fazer com que outras mentes estejam prontas para Ele. Por quanto tempo vais negar a Ele o Seu Reino?
9. Na tua própria mente, embora negada pelo ego, está a declaração da tua liberação. Deus te deu todas as coisas. Esse único fato significa que o ego não existe e faz com que ele fique profunda­mente amedrontado. Na linguagem do ego, “ter” e “ser” são diferentes, mas para o Espírito Santo são idênticos. O Espírito Santo tem o conhecimento de que tu ao mesmo tempo tens tudo e és tudo. Qualquer distinção nesse sentido só é significativa quando a idéia de “receber”, que implica uma falta, já foi aceita. E por isso que não fazemos nenhuma distinção entre ter o Reino de Deus e ser o Reino de Deus.
10. O calmo ser do Reino de Deus que, na tua mente sã é perfeita­mente consciente, é cruelmente banido da parte da mente regida pelo ego. O ego está desesperado porque se opõe literalmente a probabilidades invencíveis, estejas tu dormindo ou acordado. Considera o quanto tens estado disposto a ser vigilante para proteger o teu ego e quão pouco para proteger a tua mente certa. Quem, senão os insanos, empreenderia acreditar no que não é verdadeiro e depois proteger essa crença às custas da verdade?

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